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domingo, 1 de janeiro de 2012

As cisternas de plástico no Sertão do Nordeste



A foto

Nesta fotografia podemos ver uma das primeiras cisterna de plástico no Sertão de Pernabuco. A fotografia foi obtida no dia 19 de maio de 2003 no Campo Experimental da Embrapa Semiárido em Petrolina, PE.

O fato

A decisão do Governo Federal de implantação de 750 mil cisternas de plástica em comunidades do semiárido nordestino nos próximos anos gerou uma grande polêmica no seio das organizações não governamentais que participam do Programa P1MC, onde as cisternas de placas pré-moldadas estavam sendo instaladas. As alegações são das mais variadas, principalmente no sentido de que esta ação deixaria muitas famílias que foram treinadas para o trabalho de construção das cisternas de placas, e que as cisternas plásticas não suportariam as adversidades da região. A utilização de recipientes de plástico para a captação e armazenamento de água de chuva na região semiárida do Nordeste já vem sendo utilizados há muito tempo, visto que, os baldes e bombonas plásticas são mais baratos e acessíveis a população rural. Contudo, esses recipientes muitas vezes não são apropriados para o armazenamento de água para consumo. Porém, quanto às cisternas de plástico, os agricultores agora podem consumir água livre de contaminação, o que não ocorre com as cisternas de placas que, em sua maioria apresentam problemas de contaminação e vazamentos. Outro fator positivo é a durabilidade das cisternas que pode chegar até 35 anos, o que não ocorre com as cisternas de placas que sempre apresentam alguma avaria com o passar do tempo.

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