Busca no Blog

Carregando...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A cisterna de número 433.853 no Sertão do Piauí



A foto

Nesta fotografia podemos ver a cisterna de placas número 433.853, construída na comunidade de Fazenda Humaitá no município de Paulistana, PI. A fotografia foi obtida no dia 31 de janeiro de 2012.

O fato

A cisterna é uma alternativa para a captação de água da chuva utilizada em muitas residências da região semiárida do Nordeste. Com capacidade para armazenar até 16 mil litros de água de chuva, as cisternas têm contribuindo significativamente para amenizar os problemas causados pela falta de chuvas na região. O Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) coordenado pela ASA já construiu mais de 455.272 cisternas, conforme dados do MDS. A primeira cisterna foi inaugurada no dia 23 de novembro de 2000 pelo então ministro do Meio Ambiente José Sarney Filho na Comunidade de Lagoa Grande, na residência do senhor Manoel Freire dos Santos e da senhora Josefa da Rocha Freire. Essa iniciativa teve um impacto muito grande no seio de toda a região semiárida do Nordeste, que até então tinha como único meio de obtenção de água para o consumo os carros-pipas.  Todavia, o número de cisternas construídas ainda é muito pequeno, considerando o início do programa e os recursos investidos e as famílias selecionadas. Assim, com o objetivo de atender as necessidades de 750 mil famílias que vivem abaixo da linha de pobreza na região semiárida do Nordeste com água para o consumo em um período mais curto, o governo federal iniciou uma nova etapa deste programa com a implantação de sistemas de armazenamento de água de chuva em cisternas plásticas nos próximos 3 anos. A primeira cisterna deste novo modelo foi implantada no dia 13 de dezembro de 2011 na Comunidade de Sítio Caldeirão no município de Cedro, PE. Acreditamos que esse programa possa alcançar a meta de 1 milhão de cisternas, visto que, a produção e implantação das cisternas é mais rápida que as tradicionais cisternas de placas do Programa P1MC.

Um comentário:

Anônimo disse...

Melhorou muito a qualidade de vida de muitas familias do semiarido.